Criado por Luciano Cunha, personagens como O Doutrinador e Destro fazem sucesso em alguns outros países.
Não gosto muito de falar de política ou lados partidário aqui no blog. Aqui é um lugar que aceita e abraça os mais diversos tipos de opniões, contando que sejam positivas, boas, brandas, não ferem ninguém e nem promovem algo relacionado a maldades humanas as quais não preciso citar! Só ler as políticas do blog aqui
O quadrinista Luciano Cunha criou personagens conservadores como O Doutrinador e Destro
O doutrinador cumprimentando um garoto
Um homem com muita determinação em caçar políticos e empresário corruptos, se torna um super – herói, que teve seu quadrinhos adaptados para série de TV e filme em 2018 e a séria também foi lançada no Japão e na Coreia do Sul. As vezes uma série que não faz muito sucesso no país de origem, pode ser muito famosa em outros países como é o caso de ” Todo Mundo Odeia o Cris”.
Autor do blog: Na minha humilde opinião e claro que sem valor, nosso Brasil precisa muito de alguma medidas contra nossa corrupção. Mas um justiceiro não seria a solução. Violência com violência, só geraria mais violência (naruto song). O certo mesmo seria uma medida um pouco drástica e até espantosa dos líderes do país. Mas são eles mesmo quem não fazem nada.
Um pouco sobre o Autor
Cunha é carioca, quadrinista e roteirista e aos 16 anos já trabalhava com Ziraldo, desenhando o gibi do Menino Maluquinho. Bastante politizado, ele diz que criou O Doutrinador para mostrar sua indignação em relação à classe política no país. No mundo da cultura pop, praticamente dominado pela esquerda, o artista foi perseguido por colegas que não concordam com sua posição conservadora. No ano passado, criou Destro, um personagem que luta pela liberdade numa sociedade comunista do futuro. Para dar vazão a tanta criatividade e ousadia, Cunha lançou uma editora, chamada Super Prumo, e criou o selo Opção C (de conservador).
Em uma entrevista a revista on line oeste, site de onde me inspirei a fazer esse artigo, Lucinao Cunha fala um pouco sobre como conseguiu alcançar esse feito:
”Como surgiu a ideia de criar o personagem O Doutrinador, um herói que caça políticos corruptos? Sempre fui muito politizado, desde muito jovem, então eu tinha que externar isso de alguma maneira. Criei o personagem ainda em 2008 para pôr para fora minha indignação em relação a nossa classe política. Era um grito de revolta. Na época, não existiam as redes sociais. Precisei seguir o caminho tradicional e enviei meu trabalho para 14 editoras. Onze me responderam exatamente a mesma coisa: acharam o projeto interessante mas os advogados orientaram a não publicar porque a história era muito polêmica, muito violenta. As editoras temiam ser processadas porque, apesar de os nomes serem diferentes [nas histórias em quadrinhos], os políticos eram identificáveis.
Com a resistência das editoras, como você conseguiu lançar seu projeto no mercado? O projeto ficou cinco anos na gaveta. Em 2013, comecei a publicar alguns quadrinhos nas minhas redes sociais, remodelei o personagem, deixei ele mais obscuro, mais violento ainda. No mesmo ano, vieram as manifestações de rua. E o personagem ganhou uma projeção, ele surfou aquela onda de indignação. As pessoas pensavam até que O Doutrinador tinha sido criado por causa das manifestações, confundem com black bloc, porque ele usava máscara, capuz preto. Aí o personagem ganhou muita audiência. ”
Não vou copiar a matéria deles, mas uma coisa me chamou a atenção, uma ação e atitude de Cunha, para poder lançar sua ideias sem precisar se ” humilhar” ou passar muitos dificuldades ou ser censurado pra isso.
Ele criou a própria editora a Super Prumo e teve uma excelente aceitação do mercado.
”Foi a melhor possível, como já imaginava. Durante essa bagunça, ao mesmo tempo que tinha a campanha de cancelamento, tinha muito apoio. As pessoas que gostavam de O Doutrinador continuavam comigo e compreenderam meu trabalho. Entendi que existe um público carente, que são os conservadores, à espera de um produto, um personagem, um herói que falasse com eles. Há um ano, achei que estaria tudo acabado para mim como quadrinista. Na verdade, nunca me senti tão abraçado.” diz Cunha ao site oeste.
O Doutrinador socando um corrupto
Autor do blog: Assim como a muitos anos atrás, Jorge Lucas também precisou criar seu próprio Estúdio, para poder lançar seus filmes sem a censura ou ter seus roteiros alterados por conta dos banqueiros.
Ele também criou um personagem chamado Destro, para explicar melhor que o Doutrinador é conservador. Algumas coisas escritas por ele, mesmo antes da pandemia, aconteceram no cenário político brasileiro, e mesmo a obra sendo fictícia, tem sua base relacionada com a palco atual do Brasil
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